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Falámos já em artigos anteriores sobre o amido, conhecemos os riscos associados à sua ingestão e as principais afeções que justificam o controlo do mesmo na dieta do cavalo. Contudo, reconhecemos também o seu papel de relevo enquanto fonte calórica e a sua importância na nutrição nomeadamente no desempenho de atividade física anaeróbia. Assim, com este artigo procuramos dar informar de que pode minimizar o impacto dos hidratos de carbono não estruturais (HCNE), particularmente o amido, e potenciar a sua digestão pré-cecal. Assim:

  • Avalie sempre o peso do alimento e não o volume – conheça a quantidade real de alimento concentrado que administra;
  • Forneça sempre a componente forrageira (feno) previamente ao alimento concentrado – a mastigação do feno promove a libertação de bicarbonato através da saliva, que atuará como substância tampão a nível gástrico, minimizando a diminuição pH gástrico após ingestão do alimento concentrado, simultaneamente a ingestão de fibra previamente ao alimento concentrado é benéfica para a digestibilidade do mesmo – aumenta a eficiência digestiva;
  • Em vez de grandes quantidades de alimento concentrado, prefira um maior número de refeições e menor quantidade de alimento concentrado em cada uma (máximo de 0,5 kg / 100 Kg de PV);
  • Dê preferência a alimentos com cereais tratados termicamente (flocos, pellets e extrudidos) por forma a maximizar a digestibilidade do amido fornecido. Alimentos com cereais inteiros terão obrigatoriamente menor digestibilidade no Intestino Delgado, com consequente passagem de amido para o intestino grosso e os riscos associados a essa passagem (disbiose e acidez intestinal e riscos inerentes).
  • Utilize um alimento formulado com baixo teor de amido.

Atualmente dispõe ainda no mercado de alimentos baixos em amido. Contudo, verifica-se uma lacuna na legislação europeia que tem permitido a utilização desta alegação em produtos com teores muito variáveis de amido. Para que se possa fazer esta alegação é necessário apenas discriminar no rótulo o teor do mesmo (não estando os seus limites definidos), o que justifica a importância de ter um olhar crítico sobre o mesmo. É, contudo, relativamente consensual afirmar um baixo teor em HCNE quando um produto apresenta um teor inferior a 20%.

Os nossos alimentos Gastro Pro e Nature Mash, são produtos formulados com baixo teor de amido apresentando 8 e 12% de amido, respectivamente.

Naturalmente que uma dieta baixa em amido terá que apresentar outras fontes calóricas, apresentando normalmente elevados níveis de fibra e gordura. Tendo as matérias-primas utilizadas nestes alimentos, de uma forma geral, um valor económico superior, estes produtos apresentam também um custo mais elevado.

Que cavalos beneficiam de uma dieta baixa em amido?

Conforme referido, cavalos facilmente excitáveis poderão beneficiar destes alimentos, bem como cavalos obesos (naturalmente predispostos à resistência à insulina), resistentes à insulina, com Síndrome de Ulceração Gástrica Equina (SUGE), miopatias, acidose intestinal ou laminites.

A utilização destes alimentos deve ser feita mediante aconselhamento do seu nutricionista ou médico veterinário.